A Grande Ilusão (1937) ou “Porquê você deveria dar uma chance para um filme antigo assim”


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Tenho dedicado os últimos dias a algumas leituras que expandam um pouco mais minha visão de cinema. Uma delas é “As principais teorias do cinema” de Dudley Andrew (1). Estou passando no momento pela Nouvelle Vague. Entre páginas e mais páginas sobre o realismo francês me deparei com o pre-nouvelle Jean Renoir. Ao ler sobre esse verdadeiro gênio do cinema fiquei impressionado com a profundidade  alcançada pela filosofia realista em sua obra. Bastou procurar um pouco para me deparar com o filme “A Grande Ilusão”, datado de 1937. Continuar lendo

Jonze, Meirelles e o que (raios) nós fizemos do amor

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De tempos em tempos surge um diretor (ou uma diretora) pra fazer com que a gente repense um pouco os caminhos que o cinema está tomando. De duas, uma:

1) ele é idolatrado como um diretor cult;

2) é apedrejado em praça pública por todos.

Às vezes, porém, as duas coisas acontecem e Spike Jonze é um deles. Entre várias direções para artistas do mercado fonográfico (Bjork, REM, Chemical Brothers etc), dirigiu o alternativo “Quero ser John Malkovich” (1999) e atualmente o emocionante (e reverenciado) “Ela” (2013). Você confere o clipe de “Crush With Eyeliner“, dirigido por Jonze em meados de 2006 para a banda REM, clicando aqui. Continuar lendo